Levy Fidelix, Plano de governo

O presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix, afirmou nesta quarta-feira (9) que os fatos vividos em 2012 reforçam a ideia de que 2013 será um ano de grandes desafios. Segundo ele, é preocupante o pouco crescimento que o Brasil teve neste período: pouco mais de 1%, enquanto o Governo Federal esperava cerca de 4%. “O ministro Guido Mantega [Fazenda] sempre dizia que seria 4,5%”, lembrou. “O presidente Lula sempre dizia que mesmo com a Europa, os Estados Unidos ou a China não crescendo, nós teríamos que ter o mercado interno pujante”, concluiu.

Levy Fidelix, Plano de governo

Por isso, Levy Fidelix entende que tivemos uma máquina pública “ineficiente” no ano que passou. “Gastou-se muito e produziu-se pouco. Essa é a razão do crescimento pífio em 2012”, afirmou o presidente. Para ele, a presidente Dilma Rousseff não conseguiu impor uma liderança política – se preocupou apenas em se tornar uma líder administrativa, o que para Levy Fidelix não é suficiente para governar um país como o Brasil. “Ela [Dilma] teria que entusiasmar, cativar e levar o povo a produzir mais, como é feito atualmente em empresas de sucesso, que têm bons gerentes e bons vendedores”, explicou.

Levy Fidelix chegou a criticar também a demora da presidente Dilma em tomar providências urgentes como o plano de juros baixos e o plano de carga tributária. “Essas e outras medidas deveriam ter sido implantadas lá atrás, no início do governo Dilma”, afirmou. O presidente do PRTB, enquanto candidato a presidente da República, já havia proposto a redução da taxa Selic e, até hoje, ninguém admite que a ideia surgiu dentro do PRTB. “Sempre disse que é preciso produzir mais e enxugar a máquina pública. Agora, só nos resta esperar que em 2013 o governo tenha coerência e não repita os mesmos erros”, declarou.

1 COMENTÁRIO

  1. Desafios e apoio de toda população ao país. Precisamos ter o povo unido, independente das classes sociais defendendo o nosso país para que sejamos visto lá fora como o país da ordem e do progresso. Politicagem à parte, país em primeiro lugar.

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