Foi com grande satisfação que li esse mês nos jornais que a taxa de mortalidade infantil caiu no Rio de Janeiro, nos últimos dez anos. O número de óbitos de crianças com até 1 ano de vida encolheu 34% nesse período!  É claro que há muito a melhorar, mas senti uma ponta de orgulho ao me deparar com esses dados, porque tenho certeza que, apesar dessa queda ser fruto de uma melhora das políticas públicas da prefeitura, o trabalho da minha família sempre foi focado na qualidade de vida das crianças.

Investir nas crianças é investir na família

A taxa de mortalidade infantil reflete as condições de vida e saúde da população e está intimamente relacionada à gravidez e às condições do nascimento, por isso o pré-natal e tão importante. A taxa de mortalidade infantil também é resultado de uma política de anos e não de programas pontuais. Durante mais de 20 anos minha família investiu em ações que garantissem atendimento nas áreas de educação e saúde, possibilitando assim que as mães e futuras mães se conscientizassem da importância do pré-natal durante a gestação e de ter hábitos de vida saudáveis.

A prefeitura também fez a sua parte com o programa Saúde da Família, que teve a cobertura ampliada de 3,5% para 41% da população carioca, desde 2009, garantindo o acesso das famílias e, consequentemente, das gestantes e crianças, a um atendimento e acompanhamento médico de qualidade.

Passado o período de euforia e comemoração dos índices, o ritmo é de trabalho para todos nós, visando atingir uma taxa inferior a dez mortes por mil nascidos vivos até 2016. Não tenho dúvida que investir nas crianças é investir na família e numa sociedade com qualidade de vida.

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