O presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix, rebateu as últimas informações de que o Congresso e diversos setores da Justiça Eleitoral estariam sugerindo adiar ou abandonar a implementação do voto impresso para 2018. Fidelix afirmou que as urnas eletrônicas Smartmatic atualmente em uso “não deixam que a totalização seja honesta e correta, não proporcionam transparência para o eleitor, são fraudáveis”. 

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Fidelix sugeriu a utilização de urnas eletrônicas como as argentinas. Segundo o presidente do PRTB, naquele país o cidadão tem um chip e, com o uso de uma senha, digita seu voto, imprime, e coloca na urna. Fidelix compara com o sistema proposto para o Brasil: “Aqui, o cidadão só pode olhar e o voto fica lá na urna. Só se alguém tiver dúvida é que vão pedir a recontagem. Mas e se o juiz não permite a recontagem, como é que fica?”.

Todo o sistema eleitoral Smartmatic está viciado, na opinião de Levy Fidelix: “várias pessoas de todo o mundo, técnicos abalizados, já afirmaram que temos que aprimorar muito, pois o sistema é fraudável! E não podemos deixar apenas uma entidade cuidar de tudo: quem contrata é o mesmo que audita, que julga que paga. Então, lamentavelmente, não temos uma democracia instalada”. E questiona: “Se até os computadores do Pentágono podem ser invadidos, se os bancos são vulneráveis, como o sistema eleitoral brasileiro, instalado aqui hoje, não seria vulnerável?”.

“Não é à toa que teve até um deputado federal, que foi delegado da Polícia Federal, o delegado Protógenes, que fugiu do Brasil e se auto-exilou na Suíça porque começou a descobrir que essas urnas Smartmatic são fraudáveis. Em 2018, queremos eleições limpas. Se necessário, deveríamos voltar ao papel ou evoluir para o sistema argentino, muito mais aperfeiçoado que o brasileiro”, finaliza Levy Fidelix.

Com informações do site “Folha Política” em http://www.folhapolitica.org/2017/05/fim-das-urnas.html